Estamos sempre reverenciando o Tempo.
Estamos sempre em busca do Agora.
E sempre à beira do Novo.
Como agora. Novo Milênio!
Novo milagre da aventura humana.
Já sabemos que a Terra é azul e já traçamos o mapa das células onde moram o riso e a dor.
Mas ainda não somos livres e sábios o bastante.
E o céu ainda pode desabar sobre nossas cabeças.
Desde que o fogo sagrado - a Vida - nos foi entregue, aprendemos esta arte de velar e desvelar máscaras para não sermos jamais espectadores passivos do Grande Espetáculo, mas arquitetos e demolidores de mitos, encenadores do nosso próprio destino, Saltimbancos no vasto palco do planeta.
(Cleise Mendes)